Divanilson Paiva, morador de Guarujá, no litoral de São Paulo, contraiu esporotricose, uma doença infecciosa causada por fungos, após ser arranhado pelo gato de estimação Bartmil, que também estava doente. Juntos, eles passaram por tratamento e descobriram que a cura pode ser compartilhada.
Doença Infecciosa Transmitida de Gato para Tutor
Bartmil contraiu a micose após ser arranhado por outro gato e acabou transmitindo a enfermidade para Divanilson por meio de um arranhão. O animal teve várias lesões após um tratamento sem sucesso, levando à necessidade de cuidados especializados.
Tratamento Especializado na Unidade de Vigilância em Zoonoses
Divanilson contou com o apoio da equipe da Unidade de Vigilância em Zoonoses para receber um tratamento especializado, junto com seu gato Bartmil. Os profissionais no local cuidaram da prevenção, controle e monitoramento de doenças transmitidas entre animais e humanos, garantindo um acompanhamento adequado para a recuperação de ambos.
Superando os Desafios do Tratamento
Divanilson enfrentou momentos difíceis ao lado de seu animal de estimação, destacando a importância do diagnóstico correto e do suporte oferecido pela equipe da Vigilância em Zoonoses. A veterinária responsável proporcionou um atendimento humanizado, auxiliando na recuperação de ambos.
Cuidados e Orientações para Evitar Recidivas
A esporotricose, conforme explicado pela veterinária Thalita de Noffri Lapa Louza, é uma micose causada por fungos presentes na terra, com sintomas como lesões no corpo. A doença é altamente transmissível, e os humanos doentes devem evitar compartilhar itens pessoais para prevenir a disseminação. O tratamento adequado e o diagnóstico precoce são essenciais para evitar complicações graves.
Cura e Acompanhamento Pós-Tratamento
Após meses de tratamento na Unidade de Vigilância em Zoonoses de Guarujá, tanto o tutor quanto o gato conseguiram se curar da esporotricose. O processo de recuperação pode levar até seis meses, e é crucial manter o acompanhamento veterinário mesmo após o desaparecimento das lesões para garantir a saúde contínua do animal.
Fonte: https://g1.globo.com



