A ministra das Mulheres, Márcia Lopes, anunciou a inauguração de duas novas unidades da Casa da Mulher Brasileira em março. A primeira será em Macapá, no dia 6, seguida por outra em Aracaju, no dia 27.
Serviços prestados pela Casa da Mulher Brasileira
A Casa da Mulher Brasileira oferece uma variedade de serviços para mulheres vítimas de violência, como alojamento, atendimento psicossocial, espaços para acolhimento de crianças e presença de órgãos como a Defensoria Pública, Ministério Público, Delegacia Especializada e Patrulha Maria da Penha.
Expansão da rede de proteção
Com as duas novas unidades, o país passa a contar com 13 Casas da Mulher Brasileira em funcionamento. A previsão é inaugurar mais seis até o final do ano, totalizando 19 serviços especializados lançados desde 2023, incluindo 15 Centros de Referência da Mulher Brasileira.
Investimentos e expansão para cidades menores
Desde 2025, foram investidos R$ 47 milhões nas Casas da Mulher Brasileira, totalizando R$ 373 milhões desde 2023. Além das capitais, o governo planeja disponibilizar serviços para cidades menores, em parceria com os entes federados.
Ações adicionais em prol das mulheres
Além das Casas da Mulher Brasileira, o governo federal instalará uma lavanderia coletiva em Mossoró (RN) para reduzir a sobrecarga do trabalho doméstico. Outras 20 "cuidotecas" estarão em funcionamento até o fim do ano, oferecendo suporte para pessoas responsáveis pelo cuidado de crianças.
Proteção e monitoramento
A ministra Márcia Lopes destaca a importância do monitoramento eficaz das medidas protetivas às mulheres em situação de violência, defendendo a implantação de um Sistema Nacional de Política para as Mulheres. Ela ressalta a adesão de 19 estados ao Pacto Nacional de Prevenção ao Feminicídio e a criação do Painel de Monitoramento de dados para apoiar políticas públicas.
Participação política e combate à violência
Márcia Lopes incentiva a participação das mulheres na política e pede que não votem em candidatos acusados de agressão nas eleições de outubro de 2026. Ela destaca a importância da denúncia de casos de feminicídio e a necessidade de eleger representantes comprometidos com a igualdade de gênero.



