Casal gay é agredido com violência em Sorocaba (SP) e polícia busca suspeitos

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G1
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Um casal gay foi brutalmente agredido por um grupo de seis homens no dia 22 de fevereiro, em Sorocaba (SP), em um ataque que chocou a população. As vítimas, Caique Souza e Rodrigo Dedini, foram atacadas com socos, chutes, pauladas e uma facada na Vila Haro. A Polícia Civil está investigando o caso como um crime de homofobia, devido às ofensas homofóbicas dirigidas ao casal.

O ataque e a violência sofrida

De acordo com o relato das vítimas, Caique e Rodrigo saíram de casa por volta da 1h da madrugada para comprar cigarros em um estabelecimento próximo ao posto de saúde da Vila Haro. Ao notarem um grupo em atitude suspeita, o casal começou a ser ofendido com xingamentos homofóbicos. Mesmo tentando evitar o confronto, foram agredidos com pedaços de madeira, chutes, socos e uma facada. Rodrigo precisou levar dez pontos no braço e cinco na cabeça, enquanto Caique escapou de lesões graves.

Investigação e busca pelos agressores

As autoridades estão trabalhando ativamente para identificar os seis suspeitos envolvidos no ataque. O caso está sendo acompanhado pelo 2º Distrito Policial (DP) de Sorocaba. A Secretaria de Segurança Pública (SSP) informou que detalhes adicionais não serão divulgados para não prejudicar as investigações em curso. A ausência de roubo de pertences das vítimas reforça a suspeita de crime de ódio.

Impacto e repercussão do crime

O casal agredido descreve o episódio como um trauma que marcará suas vidas para sempre. Rodrigo compartilhou um vídeo nas redes sociais mostrando seus ferimentos e denunciando o ataque. Em meio ao apoio da comunidade LGBTI+ e da sociedade em geral, o advogado do casal, Diego Candido, está empenhado em obter imagens de câmeras de segurança que possam ajudar na identificação dos agressores.

O caso está sendo tratado como homofobia, perseguição e lesão corporal, e as autoridades estão atentas para garantir que os responsáveis sejam responsabilizados. Enquanto isso, Caique e Rodrigo enfrentam os desafios emocionais de lidar com as sequelas do ataque e o medo constante de novas agressões.

Fonte: https://g1.globo.com

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