O dono de uma transportadora em Ribeirão Preto (SP), Wagner de Souza Leite, foi preso pela Polícia Civil durante a Operação Sangria, acusado de chefiar a operação logística de uma quadrilha suspeita de furtar combustíveis da Transpetro.
Operação Sangria desmantela esquema criminoso
Além de Wagner, outras seis pessoas foram detidas em São Paulo, Minas Gerais e Goiás por envolvimento no esquema, que teria causado um prejuízo de mais de R$ 5 milhões à empresa. Todos devem responder por furto qualificado, receptação e organização criminosa.
Papel de Wagner de Souza Leite na quadrilha
Wagner era responsável por disponibilizar a frota de caminhões, organizar os deslocamentos e viabilizar o transporte do combustível furtado. Além disso, ele distribuía o dinheiro proveniente das atividades ilícitas conforme orientações superiores.
Presos e investigados
Além de Wagner, outros membros da quadrilha foram detidos, incluindo Laerte Rodrigues dos Santos, Marcelo Teixeira de Gouveia, Luis Ricardo Pedrozo da Silva, Paulo Henrique de Lima Silva, Emerson Clayton Ramineli e Calil Fernando Carneiro.
Divisão interna da quadrilha
A Polícia Civil identificou três núcleos na organização criminosa: liderança, logística e execução. Cada um dos membros tinha funções específicas, desde a coordenação até a execução direta dos crimes.
Ações e desdobramentos da investigação
A quadrilha foi monitorada pela polícia após um furto em um duto entre Ribeirão Preto e Cravinhos (SP). As ações da Operação Sangria foram realizadas em diversas cidades, desarticulando o esquema criminoso.
Colaboração da Transpetro
A Transpetro informou que colabora com as investigações e mantém articulação constante com órgãos de segurança pública. A empresa registrou um aumento nos ataques criminosos aos dutos operados nos estados de São Paulo e Minas Gerais entre 2024 e 2025.
Fonte: https://g1.globo.com



