Lula oferece ajuda à Venezuela após terremotos devastadores

Solidariedade em tempos de tragédia: apoio além das fronteiras

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Lula oferece ajuda do Brasil à Venezuela após terremotos que deixaram mortos e centenas de feridos

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva anunciou que o governo brasileiro está avaliando medidas de assistência à Venezuela após os fortes terremotos que atingiram o país na noite de quarta-feira (24). Os tremores provocaram mortes, deixaram centenas de feridos e causaram destruição em diversas regiões, incluindo a capital Caracas.

Em publicação nas redes sociais, Lula afirmou ter recebido com preocupação as informações sobre a tragédia e informou que determinou ao Ministério das Relações Exteriores e à embaixada brasileira em Caracas que analisem a situação e definam possíveis formas de apoio humanitário.

O presidente também manifestou solidariedade ao governo venezuelano e destacou a disposição do Brasil em colaborar na recuperação das áreas afetadas pelo desastre.

Até o momento, o balanço oficial registra 32 mortos e cerca de 700 feridos, mas as autoridades alertam que os números podem aumentar à medida que avançam os trabalhos de resgate. Equipes seguem procurando desaparecidos sob os escombros de prédios que desabaram em várias cidades.

Os terremotos, de magnitudes 7,2 e 7,5, foram os mais intensos registrados na Venezuela em mais de um século. Os epicentros ficaram próximos à cidade de El Guayabo, a cerca de 168 quilômetros de Caracas. Desde então, pelo menos 20 réplicas foram registradas.

Além dos danos em residências, edifícios públicos e hospitais, o principal aeroporto do país sofreu avarias e teve as operações suspensas. Redes de energia e gás também foram desligadas em áreas afetadas para evitar novos acidentes.

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Os tremores foram sentidos em estados do Norte do Brasil, como Pará, Amazonas, Roraima e Amapá. Apesar do susto, não houve registro de danos significativos em território brasileiro.

Enquanto o governo venezuelano mantém o estado de emergência e suspende atividades não essenciais, a comunidade internacional acompanha a evolução da crise humanitária provocada pelo desastre natural.

Fonte: IG Notícias

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