Primeiro dia da corrida ao Planalto teve atos em redutos eleitorais, propostas para a segurança pública e mobilização de apoiadores em diferentes regiões.
A corrida à Presidência da República começou neste domingo (16) com agendas distintas entre os candidatos. Segurança pública, combate à corrupção, controle dos gastos e críticas ao governo estiveram entre os principais temas do primeiro dia oficial de campanha.
Luiz Inácio Lula da Silva (PT) iniciou a campanha em São Bernardo do Campo (SP), no Estádio 1º de Maio, símbolo das greves dos metalúrgicos dos anos 1970. Ao lado do vice, Geraldo Alckmin, anunciou a proposta de criação de um Ministério da Segurança Pública.
Flávio Bolsonaro (PL) escolheu a Praia de Copacabana, no Rio de Janeiro, para o primeiro ato. Em cima de um trio elétrico, criticou o governo e a economia e defendeu o endurecimento das ações contra o crime organizado.
Ronaldo Caiado (PSD) foi o único dos principais candidatos a iniciar a campanha fora do Sudeste. Em Goiás, fez uma carreata pelo Entorno do Distrito Federal e encerrou a agenda em Luziânia, destacando os resultados de sua gestão na segurança.
Romeu Zema (Novo) começou a disputa em Minas Gerais. Após participar de uma missa, caminhou pelo Mercado Municipal de Montes Claros e defendeu controle dos gastos públicos e medidas contra facções criminosas.

Renan Santos (Missão) realizou um ato de rua em frente à Faculdade de Direito da USP, em São Paulo. Augusto Cury (Avante) escolheu Santa Luzia (MG) e buscou se apresentar como uma alternativa à polarização política.
Os demais candidatos adotaram agendas mais concentradas em articulações e comunicação digital. Samara Martins (UP) participou de atividades com movimentos sociais; Clariana Barão (DC) gravou conteúdos para as redes sociais; Edmilson Costa (PCB) divulgou o manifesto da chapa; Hertz Dias (PSTU) dialogou com bases sindicais; Rui Costa Pimenta (PCO) fez transmissões pela internet; e Wilson Grassi (Democrata) se reuniu com ONGs e ativistas da causa animal.
Fonte: IG Notícias



