Atos pró-Lula ganham força nas ruas e acirram disputa com Flávio Bolsonaro no segundo turno

A disputa pelo Planalto ganha força nas ruas e aumenta a tensão nas redes sociais.

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  • Lula , Flávio Bolsonaro , Segundo turno , Manifestações , Estudantes , TSE , Desinformação , Eleições 2026
Dra Marcela Paiva

Mobilizações lideradas por estudantes movimentam apoiadores do presidente, enquanto denúncias de desinformação e decisões do TSE elevam a tensão na reta final da campanha

A disputa presidencial entrou em uma nova fase. Após terminar o primeiro turno com cerca de 3 milhões de votos a menos que Flávio Bolsonaro (PL), o presidente Lula (PT) viu seus apoiadores intensificarem a mobilização nas ruas em busca de uma virada no segundo turno.

Os maiores atos ocorreram em São Paulo, no domingo (11), e no Rio de Janeiro, na segunda-feira (12). Organizadas principalmente por movimentos estudantis, as manifestações também alcançaram outras cidades brasileiras, incluindo polos universitários como Juiz de Fora (MG).

A movimentação provocou reações entre aliados de Flávio Bolsonaro. Nas redes sociais, Carlos Bolsonaro alertou que a eleição ainda não está definida. Já Paulo Figueiredo criticou políticos eleitos que teriam reduzido a participação na campanha após o resultado do primeiro turno.

Vídeo falso entra na disputa eleitoral

A tensão também chegou às redes sociais. Após a manifestação na Avenida Paulista, circulou um vídeo que associava uma mulher supostamente consumindo drogas ao ato pró-Lula. Segundo o relato divulgado, a gravação não correspondia ao evento e a mulher sequer estava no Brasil.

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) determinou que Flávio Bolsonaro e apoiadores, entre eles Pablo Marçal e Tarcísio de Freitas, removessem a publicação.

Outro episódio envolveu o canal “Exército do Lula”, administrado pelo deputado André Janones (Rede-MG). Após uma denúncia apresentada por Flávio Bolsonaro, o presidente do TSE, Kassio Nunes Marques, determinou a retirada do canal do ar. A decisão, porém, foi revista pela Corregedoria da Justiça Eleitoral, que não identificou indícios suficientes das irregularidades apontadas.

AgênciaModerna

Com manifestações nas ruas, troca de acusações e disputas judiciais, a campanha chega à reta final sob forte polarização. O combate à desinformação se consolida como um dos principais desafios até a votação do segundo turno, marcada para 25 de outubro.

Fonte: IG Notícias

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