Revitalização do Parque Ecológico Cotia-Pará em SP traz melhorias e movimenta economia local

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G1
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O Parque Ecológico Cotia-Pará, localizado em Cubatão (SP), está passando por um processo de revitalização parcial. As obras estão sendo realizadas pela empresa petroquímica Braskem e incluem a reforma das entradas, instalação de novos portões, revitalização dos alambrados, recuperação do pórtico principal, melhorias paisagísticas e a colocação de um totem informativo. A previsão é de que a revitalização seja concluída até fevereiro de 2026.

Parceria para melhoria e desenvolvimento

A revitalização do parque foi autorizada após a aprovação do Estudo de Impacto de Vizinhança (EIV), que avalia os efeitos de empreendimentos na qualidade de vida da população. O projeto conta com a participação de empresas locais, o que deve impulsionar a economia e a cadeia de fornecedores da região. A Braskem está acompanhando de perto a execução das obras em parceria com o poder público.

Compromisso com a cidade e o meio ambiente

O prefeito César Nascimento destacou que a revitalização do Parque Ecológico Cotia-Pará demonstra o compromisso da gestão em proporcionar melhorias para a cidade. Ele ressaltou a importância do diálogo, responsabilidade e compromisso com a comunidade, garantindo mais qualidade de vida, áreas de lazer e respeito ao meio ambiente para a população. O secretário municipal de Meio Ambiente, Segurança Climática e Bem-Estar Animal, Cleiton Jordão Santos, enfatizou a importância do EIV para assegurar o cumprimento das obrigações legais dos empreendimentos e sua contribuição efetiva para a cidade.

Histórico e localização do parque

Inaugurado em 1992, o Parque Ecológico Cotia-Pará já passou por diversas revitalizações ao longo dos anos. Localizado nos limites da Mata Atlântica, o parque ocupa uma área de 1,4 mil metros quadrados, sendo metade deles construídos. Administrado pela Secretaria de Meio Ambiente de Cubatão, o espaço já abrigou diversas espécies de animais, mas atualmente conta apenas com patos próximos à lagoa, uma vez que os demais exemplares silvestres foram realocados para outros locais do estado para fins de estudo.

No passado, o parque também dispunha de laboratórios, ambulatórios, centro de triagem e um biotério destinado à criação de roedores para alimentação viva. Entretanto, o local esteve fechado durante o primeiro semestre de 2025 e permanece assim até o momento, com atividades interrompidas e parte da estrutura desativada.

Fonte: https://g1.globo.com

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