Governador de São Paulo defende monitor de escola cívico-militar após erros de português

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G1
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Durante a aula inaugural em uma escola cívico-militar de Caçapava, no interior de São Paulo, erros de português foram registrados, gerando repercussão. O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), se manifestou sobre o caso, defendendo os monitores militares envolvidos.

Defesa dos monitores militares

Tarcísio afirmou que os erros de português não foram cometidos por professores da rede estadual, mas sim por monitores militares. Ele ressaltou que esses profissionais têm a função de orientar os estudantes sobre comportamento e postura na escola cívico-militar, não interferindo no trabalho pedagógico dos professores.

Papel dos monitores militares

Os monitores militares são responsáveis por ensinar ordem unida, um conjunto de movimentos padronizados da hierarquia militar, e promover valores cívicos entre os alunos. Tarcísio reforçou que o objetivo é garantir uma atitude de respeito e civismo, sem invadir a esfera pedagógica dos professores.

Erro de escrita e repercussão

Apesar de lamentar o erro de escrita do monitor durante a aula inaugural, o governador ressaltou que o profissional não deve ser crucificado por isso. Ele enfatizou que a formação continuada dos professores visa qualificar o ensino, enquanto os monitores têm outras competências a serem desenvolvidas.

Implementação do modelo cívico-militar

O modelo cívico-militar está sendo implementado em 11 escolas estaduais do Vale do Paraíba e região, com a participação de policiais militares aposentados. A Secretaria da Educação do Estado de São Paulo destacou que os monitores passam por avaliações periódicas de desempenho para garantir a qualidade do programa.

Conclusão

A discussão sobre os erros de português na escola cívico-militar de Caçapava levanta questões sobre a implementação desse modelo de ensino e o papel dos monitores militares. Enquanto o governo busca promover valores cívicos e disciplina, é fundamental garantir a qualidade do ensino e o respeito aos profissionais da educação.

Fonte: https://g1.globo.com

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