Após a morte do tatuador Vitor Fonseca de Almeida Silva, ocorrida depois de ser agredido durante o carnaval em Nuporanga (SP), amigos e conhecidos do profissional contestaram a versão apresentada pelo suspeito do crime. Segundo ele, a agressão teria sido motivada por uma suposta importunação de menores envolvendo o tatuador.
Amigos defendem o caráter e a conduta do tatuador
Cindy Guimarães, uma publicitária que conhece Vitor há 16 anos, expressou sua indignação diante das alegações feitas contra o tatuador. Para ela, Vitor era uma pessoa extremamente respeitosa, séria e trabalhadora, incapaz de importunar adultos ou crianças. A amiga ressaltou que é injusto que ele não tenha a oportunidade de se defender e esclarecer sua versão dos fatos.
A morte do tatuador e as investigações em andamento
Vitor Fonseca faleceu dois dias após ser agredido com um soco, resultando em traumatismo craniano. O suspeito, Vitor Manoel, alegou que a agressão foi uma reação a uma situação de importunação envolvendo menores. A Polícia Civil está investigando o caso, analisando depoimentos e vídeos para esclarecer os eventos que levaram à morte do tatuador.
Controvérsias e posicionamentos das partes envolvidas
Imagens de câmeras de segurança mostram o tatuador conversando com uma menina antes de ser agredido, mas a polícia considera que as evidências disponíveis não são suficientes para tirar conclusões. Enquanto a família de Vitor contesta as alegações do agressor, a defesa de Vitor Manoel reforça a versão de importunação como motivação para a agressão.
Fonte: https://g1.globo.com



