Espaço que guarda os restos mortais de Dom Pedro I, Leopoldina e Dona Amélia volta a receber visitantes após investimento de R$ 5,3 milhões
A Cripta Imperial, no subsolo do Monumento à Independência, em São Paulo, será reaberta nesta segunda-feira (7), feriado da Independência, após quase quatro anos fechada. O espaço guarda os restos mortais de Dom Pedro I, da Imperatriz Leopoldina e de Dona Amélia.
Fechada desde 2022, a cripta passou por obras de revitalização que receberam investimento de R$ 5,3 milhões. A cerimônia de reabertura está marcada para 14h30, seguida de apresentação do Ensemble FTM, às 15h, e visitação guiada até as 17h.
A reabertura também marca a estreia da exposição “Representações da Nação: O Monumento à Independência e a Cripta Imperial”, que apresenta a história e a importância dos espaços na construção da memória nacional.
Museu do Ipiranga, em São Paulo
O que mudou
As obras incluíram acessibilidade arquitetônica, novos banheiros, climatização, melhorias no espaço expositivo e conservação dos elementos históricos, incluindo os bronzes próximos aos sarcófagos.
O Monumento à Independência também recebeu limpeza e conservação. Já a Casa do Grito passou por reforma, com recuperação de trincas, pintura e novos acessos externos.
Durante as obras, os restos mortais permaneceram nos locais originais.
História
O Monumento à Independência foi inaugurado em 1922, durante as comemorações do centenário da Independência. A Cripta Imperial foi aberta em 1952.

Leopoldina foi a primeira integrante da família imperial a ocupar o espaço. Os restos mortais de Dom Pedro I chegaram ao Brasil em 1972, vindos de Portugal, durante as comemorações dos 150 anos da Independência. Dez anos depois, em 1982, Dona Amélia também foi transferida para a cripta.
A visitação da Cripta Imperial e da Casa do Grito ocorre de terça a domingo, das 9h às 17h.
Cripta Imperial fica no subsolo do Monumento
à Independência — Fotos: Reprodução
Fonte: G1





