Fundo Amazônia investe R$ 80 milhões em produção agrícola comunitária na Amazônia Legal

2 Tempo de Leitura
© Prefeitura de São José do Xingu (MT)
Anuncio Agentes de IA – Jornal Digital da Região

O Fundo Amazônia anunciou um investimento de R$ 80 milhões para fortalecer a produção de alimentos de povos indígenas, comunidades tradicionais e agricultores familiares na Amazônia Legal. Esse valor será destinado por meio de um edital lançado em parceria entre o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), o Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA), o Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA) e a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).

Recursos para Projetos na Região Amazônica

Os recursos não reembolsáveis serão aplicados em pelo menos 32 propostas, com valores variando entre R$ 500 mil e R$ 2,5 milhões por projeto. As ações serão executadas nos estados do Acre, Amapá, Amazonas, Mato Grosso, Pará, Rondônia, Roraima, Tocantins e parte do Maranhão.

Beneficiários e Prioridades

O edital é direcionado a redes e organizações individuais, como cooperativas e associações da agricultura familiar, povos indígenas, comunidades quilombolas e tradicionais, extrativistas, pescadores artesanais, além de organizações da sociedade civil com atuação comprovada na região. Serão priorizados projetos que contemplem maior número de beneficiários, protagonismo feminino, participação de jovens e atuação em cadeias da sociobiodiversidade.

Objetivos do Edital

Um dos principais objetivos do edital é fortalecer as entidades para que possam fornecer alimentos para programas como o Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) e o Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE). Além disso, busca-se o acesso a operações do Programa de Valorização da Sociobiodiversidade e do Extrativismo (SocioBio Mais).

Impacto e Perspectivas

O investimento visa gerar emprego, renda e fortalecer o vínculo com a agenda de segurança alimentar e nutricional. A expectativa é promover uma integração das políticas ambientais, de segurança alimentar e inclusão produtiva, contribuindo para o reconhecimento da sociobiodiversidade e o fortalecimento das organizações.

Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br

Compartilhe está notícia