Ferroviários encerram greve na CPTM após acordo com o governo de São Paulo

Informação que acompanha os fatos e seus impactos.

3 Tempo de Leitura
Paralisação atingiu três ramais da CPTM: linhas 11-Coral, 12-Safira e 13-Jade Paulo Pinto/ Agência Brasil
Highlights
  • CPTM, greve, ferroviários, São Paulo, TRT-2, Tarcísio de Freitas, transporte, linhas 11, 12 e 13

Categoria aceita proposta mediada pelo TRT-2, retoma operação das linhas 11-Coral, 12-Safira e 13-Jade e garante proteção aos empregos.

Os ferroviários da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) decidiram encerrar a greve que paralisava as linhas 11-Coral, 12-Safira e 13-Jade. A decisão foi tomada nesta quarta-feira (5), após um acordo entre o Sindicato dos Trabalhadores em Empresas Ferroviárias da Zona Central do Brasil (STEFZCB) e o Governo de São Paulo, com mediação do Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região (TRT-2).

Com a aprovação da proposta em assembleia, a circulação dos trens foi retomada imediatamente, encerrando a paralisação iniciada na noite de segunda-feira (3), motivada por preocupações da categoria com a manutenção dos empregos após a concessão das linhas à iniciativa privada.

A proposta apresentada pelo TRT-2 prevê que o governo estadual assegure a preservação dos postos de trabalho não apenas dos funcionários das linhas concedidas, mas também dos empregados da Linha 10-Turquesa, que permanece sob operação da CPTM.

Mais cedo, o governador Tarcísio de Freitas anunciou o envio de um projeto de lei à Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp) para garantir a absorção dos trabalhadores das três linhas por outras empresas estatais após a transferência definitiva da operação.

As linhas 11-Coral, 12-Safira e 13-Jade foram concedidas à concessionária Trivia Trens, em contrato que prevê investimentos de R$ 14,3 bilhões em modernização, ampliação da capacidade e melhorias na infraestrutura ferroviária.

A empresa assumiu a operação em 21 de julho, mas falhas operacionais, atrasos e um incêndio em uma composição da Linha 12-Safira levaram a Agência de Transporte do Estado de São Paulo (Artesp) a determinar o retorno temporário da operação à CPTM por 90 dias, enquanto a concessionária realiza os ajustes necessários.

Adoção Pet Love

Durante a paralisação, milhares de passageiros foram afetados e a cidade de São Paulo registrou mais de 750 quilômetros de congestionamentos, segundo a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET). A Zona Sul concentrou o maior volume de lentidão, com 243 quilômetros de vias congestionadas.

Fonte: IG Notícias

 

Gráfica e Editora Copbem, sempre causando uma boa impressão
Compartilhe está notícia