A policial militar Gisele Alves Santana, de 32 anos, foi enterrada nesta sexta-feira (20) no cemitério Parque Colina dos Ipês, em Suzano. O corpo de Gisele foi encontrado com um tiro na cabeça em seu apartamento no Brás, Centro de São Paulo, na última quarta-feira (18).
Investigação e versões contraditórias
A Polícia Civil está investigando o caso como morte suspeita. O marido de Gisele, o tenente-coronel Geraldo Leite Rosa Neto, afirmou que a esposa tirou a própria vida. No entanto, a família da vítima contesta essa versão e acredita que se trata de um feminicídio.
Relacionamento conturbado e alertas
Durante o velório, a tia de Gisele relatou que o relacionamento da sobrinha era conturbado e que ela havia tentado se separar dias antes da tragédia. Segundo a tia, o tenente-coronel impunha diversas proibições à esposa, o que gerava conflitos na relação.
Suspeitas de feminicídio e indícios apresentados
O advogado da família de Gisele afirmou que os indícios coletados até o momento não sustentam a versão de suicídio apresentada pelo marido. A família acredita fortemente que se trata de um feminicídio e possui provas de ameaças psicológicas e chantagem emocional que serão entregues à polícia.
Descrição do caso e relato da mãe da vítima
Gisele foi encontrada ferida na sala de seu apartamento pelo marido, que alegou ter ouvido um barulho e a encontrou com a arma na mão. A mãe da policial descreveu o genro como abusivo e violento, relatando que ele impunha restrições ao comportamento da filha e realizava chantagens emocionais.
Investigação em andamento
O caso segue sob investigação da Polícia Civil, aguardando laudos periciais, exames residuográficos e análise das imagens de segurança para esclarecer as circunstâncias da morte de Gisele. A família e a defesa da vítima buscam justiça e esperam que a verdade sobre o ocorrido seja revelada.
Fonte: https://g1.globo.com



