A prisão preventiva do suspeito de assassinar a professora e escrivã da Polícia Civil de Rondônia Juliana Mattos Lima Santiago, de 41 anos, foi decretada pela justiça neste sábado (7).
O crime chocante na Faculdade Metropolitana
O crime ocorreu na noite de sexta-feira (6), dentro de uma sala de aula na Faculdade Metropolitana, localizada na capital Porto Velho. Juliana foi socorrida, porém não resistiu aos ferimentos provocados por golpes de faca. O acusado, identificado como João Júnior, é aluno da instituição e foi preso em flagrante.
Repercussão e repúdio ao ato de violência
Na audiência de custódia realizada pela manhã do mesmo dia, o Ministério Público solicitou a prisão preventiva do acusado como forma de garantir a ordem pública. O MP repudiou veementemente o ato classificado como covarde e prometeu uma investigação rigorosa do crime.
Manifestações de pesar e indignação
O Grupo Aparício Carvalho, responsável pela faculdade, expressou profundo pesar pelo ocorrido e destacou que a violência não apagará o legado de excelência acadêmica, ética e dignidade deixado pela professora. Já a Assembleia Legislativa de Rondônia manifestou indignação com a morte de Juliana, ressaltando a inaceitabilidade da violência contra as mulheres, especialmente em ambientes destinados à educação e ao diálogo para a construção de um futuro melhor.
Até o momento, a defesa do acusado de cometer o crime não foi contatada para comentar o caso.



