‘Água turva’, ‘peito ardendo’, corrida ao hospital: vítimas narram passo a passo tragédia em piscina de SP

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G1
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Vítimas da tragédia em uma piscina de São Paulo narraram ao Fantástico os momentos que antecederam a morte da professora Juliana Faustino Bassetto.

Relato das vítimas

Durante uma aula de natação na academia C4 Gym, Juliana e seu marido, Vinícius de Oliveira, sentiram os primeiros sintomas de intoxicação. Vinícius descreveu a sensação de sufocamento e ardência no peito. Rapidamente, ambos saíram da piscina e tentaram ajudar um ao outro.

Outros alunos presentes na academia também perceberam algo errado. Uma testemunha relatou que a água estava turva e as pessoas saíam desesperadas. A suspeita inicial era de que alguém tivesse vomitado na piscina.

Identificação do material tóxico

Uma aluna que estava na piscina identificou o gás cloro e alertou as pessoas próximas. Vinícius e Juliana foram os mais afetados, sendo que Juliana não resistiu e faleceu no hospital, enquanto Vinícius ficou internado na UTI por uma semana.

Causas e consequências

A investigação apontou que a mistura incorreta de produtos químicos na piscina liberou o gás tóxico. Os sócios da academia não quiseram dar entrevista, mas afirmaram estar à disposição das autoridades. A polícia investiga o caso sob a perspectiva de negligência e exposição de frequentadores a gases tóxicos.

A Justiça negou a prisão temporária dos empresários. O delegado responsável pelo caso ressaltou a falta de registro das medições necessárias na água da piscina, o que expôs as pessoas ao risco de contato com gases tóxicos, resultando na morte de Juliana.

Fonte: https://g1.globo.com

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