Flávio Bolsonaro reclama de “fogo amigo” e cobra ataques de adversários a Lula

Na disputa presidencial, o fogo amigo também pesa.

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Flávio Bolsonaro Foto Divulgação
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Candidato do PL diz estar incomodado com críticas de políticos de centro-direita e afirma que manterá agenda eleitoral apesar da pressão.

O candidato do PL à Presidência, Flávio Bolsonaro, criticou nesta quinta-feira (20) os ataques que vem recebendo de políticos de direita e centro-direita durante a campanha. Em transmissão ao vivo, o senador afirmou esperar que os adversários do mesmo campo ideológico concentrassem as críticas no presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Flávio classificou a situação como “fogo amigo” e disse estar chateado com o comportamento dos concorrentes. Apesar disso, afirmou que pretende seguir com a campanha e demonstrou confiança para os próximos 42 dias de disputa.

O candidato citou o apoio de aliados, entre eles o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, e o candidato ao Senado Guilherme Derrite. Também afirmou que continuará viajando e participando de debates, apoiado pela fé e pelo respaldo popular.

Ameaças e segurança

Durante a transmissão, Flávio também falou sobre a segurança pessoal. Segundo ele, sua equipe já contabilizou quase 2 mil ameaças de morte desde o início da corrida presidencial.

O senador contou ainda que cancelou uma viagem a Juiz de Fora (MG) por causa do mau tempo. De acordo com seu relato, a Polícia Legislativa do Senado havia identificado que uma pessoa com histórico de ameaças e registros criminais planejava um ataque contra ele durante a agenda.

A cidade ganhou destaque político por ter sido palco do atentado contra seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, durante a campanha de 2018.

Adoção Pet Love

Críticas a filho de Lula

Flávio também direcionou ataques ao campo adversário ao comentar uma reportagem sobre supostas tratativas envolvendo Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, e uma lobista ligada ao INSS.

O senador afirmou que mensagens investigadas pela polícia indicariam tentativas de facilitar o acesso a ministérios e intermediar negócios envolvendo medicamentos para o SUS. Flávio usou o episódio para questionar a gestão petista e classificou as supostas práticas como “o DNA do PT”.

Fonte: Band Notícias

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