Mulher é alvo de operação contra golpe do falso advogado em Praia Grande

Um golpe virtual, uma tela compartilhada e milhares de reais perdidos.

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Operação da Polícia Civil do DF cumpriu mandados no estado de São Paulo Foto: Divulgação/PCDF
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Investigada de 25 anos teria participado de fraude que causou prejuízo de R$ 6,2 mil; ação da Polícia Civil do DF também cumpriu mandados em São Paulo.

Uma mulher de 25 anos foi alvo de uma operação da Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) contra o chamado golpe do falso advogado. Os agentes cumpriram dois mandados de busca e apreensão em Praia Grande, no litoral de São Paulo, nesta quinta-feira (13).

Segundo a investigação, a mulher é suspeita de participar de uma fraude que provocou um prejuízo de R$ 6.259,89 a uma vítima. A operação também cumpriu outros dois mandados de busca em São Paulo e dois mandados de prisão preventiva contra um casal na capital paulista.

Como o golpe aconteceu

De acordo com a PCDF, os criminosos utilizaram informações verdadeiras de um processo judicial para se passar por profissionais da área jurídica. A vítima foi abordada por um suposto advogado e, posteriormente, por um homem que afirmou ser funcionário do Superior Tribunal de Justiça (STJ).

Durante uma chamada de vídeo, o suspeito convenceu a vítima a compartilhar a tela do celular e acessar aplicativos financeiros. Na sequência, foram realizadas duas transferências via Pix, de R$ 1,5 mil e R$ 690.

A vítima ainda tentou fazer uma terceira transferência, de R$ 3 mil, mas a operação não foi concluída. Dias depois, identificou uma compra de R$ 4 mil no cartão em uma plataforma de aluguel de temporada.

Com isso, o prejuízo chegou a R$ 6.259,89.

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Investigação continua

A Polícia Civil informou que os dispositivos e materiais apreendidos serão analisados para identificar outras possíveis vítimas, dimensionar a extensão das fraudes e esclarecer a participação de outros suspeitos.

A investigada em Praia Grande poderá responder por estelionato mediante fraude eletrônica e lavagem de dinheiro. Segundo a polícia, as penas previstas podem chegar a 18 anos de prisão, além de multa.

A operação foi coordenada pela 8ª Delegacia de Polícia do Distrito Federal, com apoio das forças de segurança de São Paulo.

Fonte: G1

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