
Candidatos do PL ultrapassam 2,5 milhões de votos e deixam para trás marca de Eduardo Bolsonaro, registrada em 2018.
Nikolas Ferreira (PL) e Lucas Pavanato (PL) superaram neste domingo (4) o recorde nacional de votos para deputado federal. Os dois ultrapassaram a marca de 2,5 milhões de votos durante a apuração das eleições e deixaram para trás o recorde que pertencia a Eduardo Bolsonaro.
Com a votação, Nikolas e Pavanato passaram a ocupar as duas primeiras posições no ranking das maiores votações individuais já registradas para a Câmara dos Deputados.
A apuração ainda estava em andamento em Minas Gerais e São Paulo, e os números poderiam aumentar. Até então, o recorde nacional pertencia a Eduardo Bolsonaro, que recebeu 1.843.735 votos por São Paulo em 2018. Naquele ano, ele superou a marca de Enéas Carneiro, que havia obtido cerca de 1,57 milhão de votos em 2002.
Nikolas amplia votação histórica
Nikolas Ferreira já havia terminado as eleições de 2022 como o deputado federal mais votado do país. Na ocasião, recebeu 1.492.047 votos em Minas Gerais, resultado que também representou a maior votação já obtida por um candidato a deputado federal no estado.
Quatro anos depois, o parlamentar ultrapassou novamente uma marca histórica e superou os 2,5 milhões de votos.
Nikolas iniciou a carreira política como vereador de Belo Horizonte e chegou à Câmara dos Deputados em 2023.
Pavanato tem votação histórica
Lucas Pavanato também superou o antigo recorde nacional em sua primeira eleição para deputado federal.
Vereador de São Paulo, Pavanato havia sido o candidato mais votado para a Câmara Municipal da capital paulista em 2024, quando recebeu cerca de 160 mil votos.

Dois anos depois, multiplicou a votação ao disputar uma vaga na Câmara dos Deputados e ultrapassou a marca de 2,5 milhões de votos.
Pavanato começou a carreira política como assessor de Fernando Holiday, ex-vereador de São Paulo.
Com o resultado, Nikolas Ferreira e Lucas Pavanato passaram a ter as duas maiores votações absolutas já registradas para deputado federal no Brasil. A ordem definitiva entre os dois dependia da conclusão da apuração em Minas Gerais e São Paulo.
Fonte: IG Notícias



