Combate ao crime organizado e ao dinheiro ilegal.

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  • Operação Bogotá , Santos , Agiotagem , Lavagem de dinheiro , Polícia Civil , Grupo criminoso , Interpol , “Gota a gota”

Operação Bogotá prende suspeito de integrar grupo que movimentou R$ 52,5 milhões com agiotagem

Polícia Civil cumpriu 12 mandados em Santos, Guarujá e São Paulo; investigação aponta empréstimos ilegais, ameaças e lavagem de dinheiro.

A Polícia Civil deflagrou, nesta quarta-feira (9), a Operação Bogotá para desarticular uma organização criminosa formada por colombianos suspeitos de envolvimento com agiotagem e lavagem de dinheiro. Segundo as investigações, o grupo movimentou R$ 52,5 milhões por meio de empréstimos ilegais.

A operação cumpriu 11 mandados de busca e apreensão e um de prisão temporária em Santos, Guarujá e na capital paulista. Um homem foi preso em um quarto de aluguel na Ponta da Praia, em Santos. Com ele, os policiais apreenderam dois celulares e um notebook, que serão periciados.

De acordo com a polícia, o grupo utilizava o esquema conhecido como “gota a gota”, baseado em empréstimos informais com juros abusivos e cobranças realizadas por meio de ameaças e violência.

O suspeito preso em Santos já havia sido identificado em agosto. Na ocasião, segundo os investigadores, ele fotografou um magistrado em um restaurante da cidade, enquanto o juiz estava acompanhado de familiares. A polícia suspeita que a imagem seria usada posteriormente em ameaças.

A ligação do investigado com a organização foi descoberta durante a análise de aparelhos apreendidos em uma fase anterior da investigação. Segundo a polícia, o magistrado fotografado havia tomado decisões judiciais que atingiram integrantes do grupo, incluindo quebras de sigilo e bloqueios patrimoniais.

Adoção Pet Love

As investigações começaram em maio de 2026 e já identificaram 41 suspeitos. Parte deles foi presa em operações anteriores. A análise de celulares, computadores e documentos ajudou os investigadores a identificar integrantes do núcleo financeiro, que atuava em Campinas.

A Justiça também determinou o bloqueio de bens dos investigados. Segundo a Polícia Civil, alguns suspeitos deixaram o Brasil. Dois foram localizados e presos recentemente na Colômbia, após terem os nomes incluídos na Difusão Vermelha da Interpol.

Fonte: G1

Gráfica e Editora Copbem, sempre causando uma boa impressão
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