Morador escondeu telefone, enviou mensagem às filhas e acionou a polícia; cinco criminosos armados fugiram com a chegada da PM
Uma família foi mantida refém por cinco criminosos armados durante um assalto a uma residência no bairro Machadinho, em Jarinu, no interior de São Paulo, na manhã desta quinta-feira (27).
A ação terminou sem que os suspeitos conseguissem levar o carro e os objetos roubados. Um dos moradores conseguiu esconder um celular, fingiu passar mal e mandou uma mensagem de socorro às filhas, que acionaram a Polícia Militar.
Segundo o boletim de ocorrência, os criminosos invadiram a casa por volta das 7h40. Armado com revólveres, pistolas e uma espingarda calibre 12, o grupo rendeu os moradores e exigiu celulares e senhas de aplicativos bancários.
Uma funcionária de uma chácara vizinha, que também havia sido rendida, foi levada para dentro da residência. Os criminosos recolheram roupas, joias, perfumes, televisores e eletrodomésticos e colocaram os objetos no veículo da família.
Os suspeitos também conseguiram fazer uma transferência via PIX de R$ 2.280 para a conta de uma empresa.
Ao entregar os celulares, uma das vítimas conseguiu esconder um aparelho. Em seguida, disse que precisava ir ao banheiro porque estava passando mal. Foi nesse momento que usou o telefone para pedir socorro às filhas.
Criminosos fogem
A Polícia Militar chegou ao endereço após receber o chamado e encontrou as vítimas amarradas. Ao perceberem a presença dos policiais, os criminosos abandonaram o veículo carregado e fugiram a pé.

O helicóptero Águia, da Polícia Militar, foi acionado para apoiar as buscas na região. Até a última atualização, nenhum suspeito havia sido localizado.
A Polícia Científica realizou perícia na residência e recolheu objetos deixados pelos criminosos, entre eles um boné, uma touca e uma mochila. Também foram coletadas amostras de DNA em talheres e garrafas que teriam sido utilizados pelos invasores.
O caso foi registrado na Delegacia de Polícia de Jarinu como roubo à residência com retenção de vítima. A investigação continua para identificar e localizar os envolvidos.
Fonte: G1



